Osmar Prado, Dira Paes e Marcos Winter são alguns dos artistas que participam da campanha contra o desmatamento da Amazônia.
Esse blog foi solicitado nas aulas de tecnologia da Informação, temos como tema central a Cidadania, mas a parte que vamos apresentar é sobre a desmatamento que ocorre no mundo inteiro e como isso afeta o meio ambiente. Mariana Farina e Leandro (Colégio Anglo-Brasileiro - 7°ano Fundamental II)
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Lumber Zap
A floresta esta sendo totalmente desmatada, você foi contratado para salvar as árvores dos desmatadores que estão acabando com tudo.
link do jogo:http://www.pipajogos.com/meninos/lumber_zap.html
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Reservas indígenas em MT se destacam em desmatamento
Foto: ReproduçãoDe Brasília – Bruno Cassiano
Reservas indígenas de Mato Grosso consideradas Unidades Conservação aparecem entre as dez com maior extensão de desmatamento na área da Amazônia Legal, que abrange parte do estado. É que mostra a reportagem do jornal O Globo desta sexta-feira (7) na matéria intitulada ‘Proteção não garante floresta’.
Segundo a reportagem, a área indígena de Maraiwatsede, em Mato Grosso, é a campeã na extensão de desmatamento do bioma, com 997,7 quilômetros quadrados (Km²), ou seja, cerca de 70% da reserva desflorestadas. Outras terras indígenas em Mato Grosso aparecem na lista como as reservas Xingu com 1,8% (371,7 km²) e a Maroki com 18,5% (369,1 km²) da área total desmatada.
Ainda de acordo com a matéria, a área indígena denominada Maraiwatsede tinha sido demarcada 1.663,3 km² de reserva legal para o povo Xavante, que havido sido retirado da região na década de 1970. Contudo, as terras ainda seguem ocupadas por posseiros há 40 anos.
O Parque Nacional da Jurema, Mato Grosso, aparece também na sétima colocação das regiões de Proteção Integral com maior área desmatada, com 103,3 km² (0,6%) desmatado de toda a parte da Unidade de Conservação.
O texto diz ainda que a criação de Unidades de Conservação e a demarcação de terras indígenas não tem sido o suficiente para conter o desmatamento da Amazônia Legal, onde fazem parte do bioma seis estados e parte de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.
Os números divulgados pela reportagem são do Projeto Prodes, que monitora a Floresta Amazônica brasileira por satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostram que, a despeito do avanço nas áreas protegidas, o desflorestamento segue em curso.
Em 132 Unidades de Conservação observadas por satélite, o desmatamento avançou de 5.036 para 11.463 km² entre 2000 e 2010 – um aumento de 127,6%. Ou seja, em dez anos foram desmatados 6.427 km², mais do que toda área devastada até 2000.
Segundo a reportagem, a área indígena de Maraiwatsede, em Mato Grosso, é a campeã na extensão de desmatamento do bioma, com 997,7 quilômetros quadrados (Km²), ou seja, cerca de 70% da reserva desflorestadas. Outras terras indígenas em Mato Grosso aparecem na lista como as reservas Xingu com 1,8% (371,7 km²) e a Maroki com 18,5% (369,1 km²) da área total desmatada.
Ainda de acordo com a matéria, a área indígena denominada Maraiwatsede tinha sido demarcada 1.663,3 km² de reserva legal para o povo Xavante, que havido sido retirado da região na década de 1970. Contudo, as terras ainda seguem ocupadas por posseiros há 40 anos.
O Parque Nacional da Jurema, Mato Grosso, aparece também na sétima colocação das regiões de Proteção Integral com maior área desmatada, com 103,3 km² (0,6%) desmatado de toda a parte da Unidade de Conservação.
O texto diz ainda que a criação de Unidades de Conservação e a demarcação de terras indígenas não tem sido o suficiente para conter o desmatamento da Amazônia Legal, onde fazem parte do bioma seis estados e parte de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.
Os números divulgados pela reportagem são do Projeto Prodes, que monitora a Floresta Amazônica brasileira por satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostram que, a despeito do avanço nas áreas protegidas, o desflorestamento segue em curso.
Em 132 Unidades de Conservação observadas por satélite, o desmatamento avançou de 5.036 para 11.463 km² entre 2000 e 2010 – um aumento de 127,6%. Ou seja, em dez anos foram desmatados 6.427 km², mais do que toda área devastada até 2000.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Desmatamento seletivo aumenta na Amazônia
Bella Teixeira, disse nesta quinta, dia 15, que não há aumento do desmatamento na Amazônia, mas o ministério detectou um crescimento da prática da fragmentação, que ocorre quando se corta árvores seletivamente, sugerindo uma mudança na dinâmica do crime ambiental. "O sistema de inteligência do ministério já detectou essa prática e estamos combatendo com novas estratégias de fiscalização", disse.
Segundo Izabella, o desmatamento da Amazônia foi reduzido para menos de 5 mil quilômetros quadrados. Em 2004, o desmatamento chegou a mais 27 mil quilômetros quadrados. "Todos os recursos tecnológicos, humanos e financeiros foram alocados para a fiscalização. Não há corte de recursos. Ao contrário, é o maior contingente de fiscais que já trabalhou na Amazônia", afirmou Izabella.
A ministra também cobrou dos Estados maior empenho na fiscalização. "Tem Estado que colocou na operação total de homens apenas seis funcionários para combater o desmatamento. E é um dos Estados que mais desmata. Quando vai ser prioridade dos governos estaduais cuidar da Floresta Amazônica?", questionou. A ministra não quis revelar o nome do Estado por "questões de segurança".
Segundo a ministra, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai tornar disponível em breve em seu site as áreas embargadas (proibidas ao plantio para recuperação da área degradada). "Tem gente plantando em área embargada e apostando na impunidade. A regularização prevista no Código Florestal é para quem desmatou até 2008. Após 2008, tem multa. É inaceitável que as pessoas ainda busquem o caminho da ilegalidade", ressaltou.
Chega de desmatamento no Brasil
As florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima, a conservação da biodiversidade e o sustento de milhões de pessoas que dela dependem diretamente para sobreviver. No Brasil elas são responsáveis por grande parte das chuvas que irrigam nossas plantações e que abastecem nossos reservatórios de água.
Florestas também fazem parte da nossa identidade como brasileiros. Elas influenciaram a formação da nossa cultura e nossos mitos. Seu verde está na nossa bandeira e nos nossos corações.
Porém, apesar de toda essa importância, elas continuam sendo devastadas. Apenas na Amazônia brasileira, maior floresta tropical do mundo, já perdemos mais de 720.000 km2 nos últimos 50 anos, uma área equivalente a soma dos estados de Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Tamanha devastação não faz sentido. Nosso país pode se desenvolver sem desmatar. Hoje, com o que já temos de terras abertas, podemos duplicar nossa produção de alimentos sem precisar derrubar mais nenhum hectare de floresta. Podemos ser a primeira nação que se desenvolveu ao mesmo tempo em que soube preservar sua riqueza ambiental, gerando riquezas infinitas com nossas florestas vivas a ainda fazendo disso nosso grande diferencial em relação ao resto do mundo.
Por isso, lançamos uma campanha para levar uma lei de iniciativa popular ao Congresso, para acabar com o desmatamento no Brasil. E para que isso aconteça, precisamos obter 1,4 milhão de assinaturas de eleitores brasileiros, além de gerar um grande movimento nacional em defesa das florestas para garantir sua aprovação.
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